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sábado, 25 de abril de 2020

Em Prova: Quinto Elemento Reserva Arinto Chão de Calcário 2016

A Quinta do Arrobe encontra-se localizada em Casével, Santarém, bem no coração do Ribatejo. Um projecto que iniciou de forma profissionalizada há 11 anos, recuperando a tradição familiar que remonta a 1882, onde já se se produzia vinho. .A Quinta do Arrobe contempla as marcas Sensato (gama de entrada) Mensagem e Oculto (gama média) funcionando também como homenagem a Fernando Pessoa, com a célebre frase ‘Boa é a vida, mas melhor é o vinho’ e finalmente Quinto Elemento, normalmente vinhos que pretendem ser diferenciadores e expressar a monocasta nos solos argilo-calcários da Quinta (Syrah, Cabernet Sauvignon, Arinto e o mais recente blanc de Noir de Trincadeira-Preta). 

O Quinto Elemento Reserva Arinto Chão de Calcário 2016 (14,5€) mostra toda a plasticidade da casta Arinto, resultando num branco crocante, elegante e muito fresco. Excelente companheiro para a mesa, com grande versatilidade. Um dos melhores brancos da região do Tejo, cujo video da prova, convido-vos a assistir, abaixo:



Sérgio Costa Lopes

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Radar do Vinho: Pinhal da Torre

Pinhal da Torre é uma empresa familiar cujo objetivo é o de produzir vinhos Premium que obtenham reconhecimento além fronteiras. Localizada na cidade de Alpiarça, possui três propriedades contíguas: Alqueve, Quinta São João e Águas Vivas, totalizando uma área de 43 hectares. O Pinhal da Torre difere da maioria dos outros produtores da região do Tejo usando apenas as suas próprias uvas. Todos os vinhos são produções limitadas, procurando produzir os melhores vinhos com as melhores uvas das melhores castas. As castas plantadas são maioritariamente nacionais (mais de 20), mas também algumas internacionais, tais como,  Syrah, Grenache, Chardonnay ou Alicante Bouschet, entre outras. Os vinhos procuram reflectir e compreender a singularidade de cada variedade, limitando a produção e respeitando a natureza e a fruta, produzindo assim vinhos de elevada qualidade e com muita identidade. A enologia está a cargo de Mário Andrade. São várias as referências que provamos.
A gama 2 Worlds é sempre um blend de castas portuguesas e internacionais, dai o nome sugestivo - 2 mundos. O Pinhal da Torre 2 Worlds branco 2015 leva Chardonnay, Fernão Pires e Arinto, sendo um vinho bastante equilibrado e prazeroso. É na realidade o único branco do projecto, creio. Um branco de 2015 ainda cheio de vida! O Pinhal da Torre 2 Worlds tinto 2013 é composto por Syrah, Touriga Nacional e Tinta Roriz. Infelizmente tinha um pouco de Brett e não deu uma prova interessante. Ambos os vinhos rondam os 10€
O Pinhal da Torre Resoluto 2015 é um vinho tinto composto por Touriga Franca, Alicante Bouschet e Trincadeira. A seguir à gama 2 Worlds é o "primeiro" vinho da gama Premium. Nariz bastante complexo, com foco na fruta vermelha fresca, secundado por especiarias e leve balsâmico. Na boca os taninos são macios, mas firmes, mostrando-se elegante e de final longo. Muito interessante. Excelente rqp na minha opinião. PVP: 15€. O Pinhal da Torre "The Syrah" 2013 bem pode se considerar "The Syrah" pois é um vinho que impressiona, desde logo pela explosão de fruta preta e vermelha fresca, nada sobrematurada. Fruta boa, apetecível, mastigável, numa boca volumosa e sedosa, cheia de frescura. Termina tenso, sumarento e com muito sabor, mas sempre com a marca da elegância típica da casa. Um dos melhores exemplares da casta que bebi, em Portugal. PVP: 25€
A dupla que se segue é um caso sério (também). O Pinhal da Torre Antagonista 2013 é um vinho cheio de finesse, combinando a fruta do Syrah e lado especiado da casta, com as notas elegantes da Grenache. Super complexo no nariz e com uns taninos super finos, mas intensos, num final de boca muito longo. Que grande vinho! O Pinhal da Torre Protagonista 2013 é composto por Touriga Franca, Alicante Bouschet e Syrah. É um vinho de enorme classe, conjugando elegância com uma enorme potência. um bouquet fruta variado, madeira de qualidade superiormente integrada, muita tensão de boca e um final interminável. Enorme. Ambos com um PVP: 42€.

Um projeto da região do Tejo que exporta mais de 90% da produção e que por isso é muito difícil de encontrar em Portugal. São vinhos de grande classe, de perfil internacional.

Sérgio Lopes

segunda-feira, 18 de março de 2019

Radar do Vinho: Quinta do Arrobe

A região do Tejo anteriormente designada por Ribatejo, assiste hoje a uma mudança, com um número crescente de projetos de qualidade com vinhos muito apelativos, mas com o seu grau de complexidade. Vinhos feitos para beber com prazer. É o caso da Quinta do Arrobe localizada em Casével, Santarém, bem no coração do Ribatejo. Um projecto que iniciou de forma profissionalizada há 11 anos, recuperando a tradição familiar que remonta a 1882, onde já se se produzia vinho. .A Quinta do Arrobe contempla as marcas Sensato (gama de entrada) Mensagem e Oculto (gama média) funcionando também como homenagem a Fernando Pessoa, com a célebre frase ‘Boa é a vida, mas melhor é o vinho’ e finalmente Quinto Elemento, normalmente vinhos que pretendem ser diferenciadores e expressar a monocasta nos solos argilo-calcários da Quinta (Syrah, Cabernet Sauvignon, Arinto e o mais recente blanc de Noir de Trincadeira-Preta). Provamos alguns dos vinhos que passamos a descrever:

O Mensagem Branco (6€) é composto por Fernão Pires,  Arinto e Sauvignon Blanc, num conjunto franco e direto, frutado e de fácil agrado. O Oculto (6€) é um tinto composto por Cabernet Sauvignon, Syrah e Touriga Nacional, com um perfil internacional, onde predomina a fruta preta, alguma especiaria e uma boca média, com taninos redondos, amparados por uma boa frescura. Bem conseguido e uma óptima escolha por 6€. O Mensagem Reserva Tinto (15€) é feito de Cabernet Sauvignon e Merlot. Trata-se de um vinho bem estruturado, com um binómio frura madura - pimento muito interesante. Fresco, com taninos firmes, mas domados. Complexo, longo e de perifl internacional, mais uma vez , mas sem exageros de sobrematuração. Gostei bastante.
Da gama Quinto Elemento provamos o Reserva Arinto Chão de Calcário (14€), que como o próprio nome indica, pretende ser a expressão da casta Arinto no terroir da Quinta do Arrobe. Trata-se de um vinho con notas citrinas e florais, tudo num registo contido e bonito. A boca é elegante e com alguma untuosidade, terminando em harmonia, Um conjunto muitíssimo equilibrado, num branco muito apelativo e fácil de beber. Para mim, só precisava de um pouquinho mais de acidez para ter o fator "wow". Mas está bastante bem! No lado oposto, o Quinto Elemento blanc des noirs (16€) é um branco feito da uva tinta Trincadeira Preta. Aqui, apesar do lado aromático contido, temos uma boca mais cheia, mineral e estruturada, num registo de grande pendor gastronómico. Uma belíssima curiosidade. A precisar de tempo.

Dos tintos desta gama, terminamos em beleza a prova com o Quinto Elemento Syrah (15€), um tinto bem guloso, cheio de fruta preta madura e um lado vegetal que lhe confere frescura. A boca é ampla, com taninos redondos e final saboroso e persistente. Excelente companheiro à mesa; Finalmente, o Quinto Elemento Cabernet Sauvignon (18€), o meu preferido, com um aroma bem complexo e profundo. As notas de pimento verde são evidentes, mas sem incomodar, antes pelo contrário aportam uma sensação imediata de frescura no nariz. Encorpado, com a fruta silvestre e especiarias em bom plano,  tem uma boca estruturada,  mas elegante, terminando longo e muito prazeroso. Um belíssimo vinho, finalizando assim a nossa prova em beleza!

Sérgio Lopes

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Novidade: Falua Reserva Unoaked Tinto 2015

A Falua lançou uma gama premium de vinhos: Falua Reserva Unoaked Tinto 2015 e Branco Reserva 2017 - As novas referências do produtor da região do Tejo, sediado em Almeirim. cujo capital foi na sua maioria adquirido pelo Grupo Roullier em 2017, têm assinatura da enóloga Antonina Barbosa e da sua equipa.

Provado o tinto há dias, foi uma agradável surpresa! 100% Touriga Nacional, é um vinho de "puro terroir", segundo a enóloga (calhau rolado e areia) e de facto confirma-se.

O vinho não sofreu qualquer tratamento ou filtração com o objectivo de dar a conhecer a casta da vinha de onde provém, em particular.O Falua Reserva Tinto Unoaked (sem passagem por madeira) 2015,  apresenta-se muito equilibrado, com notas florais e fruta preta, mas sem os exageros que às vezes se encontram nos vinhos estreme da casta. A boca apresenta bom volume, mineralidade, taninos macios, muita frescura e um final longo e sumarento. 

Foi um par perfeito para o Cabrito de Natal e de agrado geral! Mais uma excelente surpresa da região do Tejo, região que tenho vindo a descobrir e a apreciar cada vez mais. A Acompanhar. PVP: 13,5€.. Garrafeiras.

Sérgio Lopes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Em Prova: Tyto Alba Vinhas Protegidas Branco 2016

É inquestionável que ao nos depararmos com os vinhos Tyto Alba nos supermercados nos salte de imediato à vista a bonita imagem da coruja-das-torres (Tyto Alba) presente no rótulo dos seus vinhos. Esse habitante frequente no estuário do Tejo encontra refúgio nos habitats da Companhia das Lezírias. 

O branco Tyto Alba Vinhas Protegidas (há também um tinto), que comprei no Jumbo, é feito de Fernão Pires (60%) e Arinto (40%) e fermenta e estagia em barricas de Carvalho Francês por 2 meses. 

O resultado é um vinho muito harmonioso onde o lado floral / aromático da Fernão Pires casa na perfeição com a acidez do Arinto. Na boca apresenta alguma untuosidade, corpo médio, final prazenteiro e apenas 12,5ª de alcool o que o torna muito versátil, permitindo começar com o vinho antes da refeição e acompanhar a mesma com o vinho, desde que ligeira. Gostei.

PVP: 6,90€. Disponibilidade: Jumbo.

Sérgio Lopes 

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Em Prova: Casa Cadaval Trincadeira preta 2015

Estava em trabalho em Benfica do Ribatejo e terminada árdua tarefa, visualizei a indicação "Casa Cadaval - Loja da Adega" a 400 metros de onde me encontrava. Não hesitei portanto em fazer uma pequena visita. Já tinha provado os vinhos num evento da distribuidora Decante, no Palácio do Freixo, no Porto, mas é sempre diferente provar e beber os vinhos em nossa casa, à mesa e em boa companhia. 

Trouxe de lá, entre outros este Casa Cadaval Trincadeira Preta 2015, que bebi ontem. É proveniente de vinhas velhas desta casta, com idade superior a 60 anos. Trata-se de um vinho com um aroma onde predominam os frutos silvestres maduros, alguma especiaria e leve balsâmico. Bastante complexo e fresco. A boca é de volume médio, com taninos redondos e elgantes, terminando de bom comprimento. 

Vinho equilibrado, da renovada região do Tejo (antiga Ribatejo) com complexidade qb, que sem deslumbrar se bebe com prazer. Acresce o facto de ser um vinho com pouca extração, um lado muito apelativo e transversal e uma certa leveza que lhe confere uma versatilidsade gastronómica para pratos inclusivé mais leves. Acompanhou uns panadinhos de frango lindamente. PVP: 10€. Disponibilidade: Garrafeiras.

Sérgio Lopes

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Em Prova: Areias Gordas Branco 2000



Proveniente de Salvaterra de Magos - Tejo e feito de Fernão Pires, Arinto e Trincadeira das Pratas, com apenas 12° álcool.

Cor dourada, aroma complexo e difícil de descrever a sugerir frutos secos e algumas notas terpénicas.

Na boca é gordo, expressivo, com uma vivacidade impressionante. Termina longo deixando uma remanescente frescura ácida no palato e língua. 

Belíssimo vinho! 

Que chega aos 17 anos com bela saúde e com previsões de se manter!




Jorge Neves (Wine Lover)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Em Prova: Quinta do Rol Branco 2008 e 2009

A Quinta do Rol fica situada na Lourinhã. Nos últimos anos mudou para uma imagem mais moderna (a que está na foto ainda é a antiga) e tem apostado nos monocastas tintos e brancos, tais como o Pinot Gris e um Sauvignon Blanc parcialmente fermentado em barrica, ou o Pinot Noir. Tenho por isso imensa curiosidade em conhecer melhor este projeto, sobretudo depois de ter provado estes Quinta do Rol branco de 2008 e 2009.
Comprei-os no Pingo Doce abaixo de 3€ e creio que ainda se consegue encontrar. São vinhos, que na minha opinião estão num belo momento e que irão ser apreciados seguramente por winelovers.
Tanto o 2008 como o 2009 são produzidos a partir das castas: Alvarinho, Chardonnay e Arinto. São vinhos de que apresentam uma cor palha ligeira ainda com alguns reflexos esverdeados. O aroma é bem vivo , muito focado nos citrinos (limão, lima) e algum floral. A boca também ela muito viva, com uma grande acidez, corpo e final médios e um lado apimentado muito interessante que pede comida. Deixem os vinhos ir abrindo a acompanhar a refeição e terão uma bela experiência, por uma módica quantia. 

Sérgio Lopes

domingo, 30 de março de 2014

Quinta da Lapa Arinto 2011

Ano: 2011

Produtor: Agrovia, Sociedade Agro-Pecuária, SA

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas:  Arinto

Preço Aprox.: 5€


Veredicto: A região do Tejo tem vindo a desenvolver vinhos agradáveis, com complexidade qb e preços acertados. É o caso deste Arinto da Quinta da Lapa que estagia 12 meses em meias pipas de carvalho francês..

Cor palha. Nariz com com notas cítricas e de frutos tropicais frescos. Boca com alguma gordura / amanteigado, da passagem pela madeira. Bem evidente esse corpo adicional, mas sem ser em demasia. Termina bem agradável, acompanhando uma comida leve, mas mais do que uns simples aperitivos. Eu diria que aguenta umas carnes brancas, ou uma massa, bem como marisco e algum peixe. Versátil.

Adquiri-o aqui em Luanda, na loja "Ciúmes de Baco" e vou com certeza repetir. Um branco diferente e acessível. Pode-se encomendar directamente do site.


Classificação Pessoal: 15,5

Sérgio Lopes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Conde de Vimioso Espumante Extra Bruto 2009


Ano: 2009

Produtor: Falua

Tipo: Espumante

Região: Tejo

Castas: Touriga Nacional, Chardonnay

Preço Aprox.: 8,90€

Veredicto: Cada vez se produzem mais e melhores espumantes portugueses e não só nas regiões mais conceituadas para a sua origem, como a Bairrada ou a Távora-Varosa, entre outras. Este espumante extra-bruto, que nos chegou nos finais de 2012 é produzido na região do Tejo pela Falua. A combinaçao de castas é singular - Touriga Nacional e Chardonnay - estagiando em madeira antes de seguir para espumante. 

Apresenta-se no copo com uma bolha fina e uma cor muito agradável. A combinação das castas, bem como o estágio anterior em madeira conferem-lhe um misto de toques florais., com tostados e algumas notas meladas, embora tudo muito leve. 

O resultado é um espumante despreocupado e interessante, com cariz gastronómico e que pode ser apreciado ao longo do ano. Mais uma referência Conde de Vimioso que confirma a boa relação qualidade-preço comum a toda a gama. 

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor, ao qual agradecemos.

Classificação: 15

Sérgio Lopes

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Conde de Vimioso Colheita Seleccionada Branco 2011


Ano: 2011

Produtor: Falua

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Arinto e Fernão Pires

Preço Aprox.: 2,49€

Veredicto: Após ter provado o Rosé, comentado aqui, experimentei esta semana o branco. Bebi-o em dois dias consecutivos e manteve todas as suas potencialidades. Vinho produzido pela Falua, região Tejo, do enólogo João Portugal Ramos, só poderia se traduzir em algo positivo. E foi isso mesmo que sucedeu.

De cor palha, o aroma é suave e fresco, salientando-se as notas florais e de alguma fruta tropical. Tudo muito harmonioso e agradável.  Na boca, confirma os aromas apresentados, sendo um vinho de corpo médio e com uma acidez limonada que lhe confere a frescura em dose certa. Termina com uma persistência bastante agradável. 

Um verdadeiro vinho anti-crise. Disponível nas grandes superfícies, um pouco por todo país, numa admirável relação qualidade-preço.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.


Classificação: 15

Sérgio Lopes

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Conde de Vimioso Rosé 2011

Ano: 2011

Produtor: Falua (José Maria da Fonseca).

Tipo: Rosé

Região: Tejo

Castas: Touriga Nacional e Syrah

Preço Aprox.: 2,99€


Veredicto: Em tempo de Verão, nada como falar de mais uma proposta muito interessante, a preço cordato, para mais, hoje estão 35º aqui no Porto... ! Ia bem este Rosé, não?

De cor rosada, o aroma é tipicamente Rosé, morango, framboesa, numa combinação de frescura e a fruta vermelha, belo blend entre Syrah e Touriga Nacional. Na boca é ligeiramente vegetal, seco qb, de corpo médio e final agradável e descomplicado.

Equilibrado, simples e versátil, um belo rosé, típico de Verão, consensual, capaz de "aguentar" comidas leves ou ser apreciado num final de tarde soalheiro...

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Quinta da Alorna Rosé 2011


Ano: 2011

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Rosé

Região: Tejo

Castas: Touriga Nacional

Preço Aprox.: 4,5€

Veredicto:  Este Rosé esgota todos os anos. E percebe-se porquê. Está muito bem feito e é mais uma demonstração de qualidade da Quinta da Alorna.

Produzido 100% de Touriga Nacional, apresenta uma cor rosa carregada. No aroma, notas frescas de framboesa e morango. Na boca, confirma a frescura e fruta. Com boa estrutura, termina de média persistência, com leve secura.

Acompanhou o nosso jogo da selecção das meias finais com umas tapas. Combinação perfeita com a comida. Já quanto ao futebol, não podemos dizer o mesmo...

Classificação Pessoal: 15,5

Sérgio Lopes

Quinta da Alorna Arinto 2010

Ano: 2010

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Arinto

Preço Aprox.: 4€

Veredicto:  Mais um vinho adquirido na loja da Quinta da Alorna, na passagem por Almeirim, a caminho do Summer Wine Market (by Adegga). Este vinho, foi sendo bebido enquanto fazíamos o churrasco, ou seja, petiscando umas salsichas frescas e umas alheiras. Perfeita combinação.

De cor amarela esverdeada, não é muito expressivo de aromas, o que é característico da casta Arinto. Mineral, é sobretudo vivo e fresco na boca, graças à acidez bem integrada no conjunto. O final é persistente e refrescante.

À semelhança do Verdelho, este exemplar é igualmente bastante interessante para companheiro de Verão, seja como aperitivo ou acompanhando um peixe grelhado. Diferencia-se do verdelho por uma maior acidez, em detrimento da doçura frutada. Bem conseguido.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Quinta da Alorna Verdelho 2010

Ano: 2010

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Verdelho

Preço Aprox.: 4€

Veredicto:  Adquirido na loja da Quinta da Alorna, numa passagem por Almeirim. Provamo-lo com um pargo assado na brasa e couves de bruxelas.

De cor citrina, quase translúcida, no nariz é muito suave com alguma mineralidade, com notas de fruto tropical e toques florais. Na boca, confirma a fruta e mineralidade mostradas no nariz. Com alguma untuosidade, apresenta uma boa estrutura. Termina um pouco doce, mas bem balanceado por uma excelente acidez que o torna nada enjoativo. Pelo contrário, há que ter cuidado, pois escorrega bastante bem... Termina com uma boa persistência.

Suave, fresco, harmonioso, ideal como aperitivo para apreciar neste Verão.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quinta da Alorna reserva Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon

Ano: 2008

Produtor: Quinta da Alorna.

Tipo: Tinto

Região: Tejo

Castas:Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon

Preço Aprox.: 5- 6€

Veredicto: Tenho provado alguns blends Touriga Nacional com Cabernet Sauvignon, junção da nossa casta mais famosa com a igualmente casta mais famosa de França e os resultados têm sido, um pouco díspares. Não que seja mau, apenas fora do vulgar, talvez um pouco estranho.

Este Quinta da Alorna passa 12 meses em barrica. De cor ruby profunda, com rebordo violáceo, o aroma é complexo. Dominam as notas vegetais no nariz do cabernet, mostrando-se apimentado, O floral da Touriga aparece muito discreto. Presença de notas de especiarias e cacau. Na boca, claramente vegetal e um pouco apimentado. Fresco, taninos redondos, final médio e de alguma persistência.

Um vinho bem feito, diferente, eminentemente gastronómico e que convida acompanhar comidas fortes. Não sendo "o meu estilo" de vinho, está bem feito, a um preço acertado.

Classificação Pessoal: 15,5

Sérgio Lopes

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Fiuza Sauvignon 2011

Ano: 2011

Produtor:Fiuza & Bright

Tipo:
Branco

Região: Tejo

Castas: Sauvignon Blanc.

Preço Aprox.: 4,75€

Veredicto: É a primeira vez que provamos este vinho, 100% produzido da casta Sauvignon Blanc, o qual recebemos amavelmente do produtor.

Trata-se de um vinho que apresenta uma cor amarelo palha. No nariz, mineral, fruta tropical (maracujã, damasco) madura, notas citrinas, alguma doçura. Na boca, é fresco, confirmando-se a fruta tropical como nota dominante. Apresenta uma boa acidez que compensa a doçura. Tem uma boa estrutura de boca e um final agradável e de média persistência.

Leve, fresco, bem feito, versátil e de fácil agrado. Boa compra.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Fiuza 3 Castas Branco 2011

Ano: 2011

Produtor:Fiuza & Bright

Tipo:
Branco

Região: Tejo

Castas: Chardonnay, Arinto e Vital.

Preço Aprox.: 3,50€

Veredicto: Chega ao mercado a nova colheita do Fiuza 3 castas, branco, que continua a ser produzido através de um blend de Chardonnay, Arinto e Vital. O perfil continua na senda de anos anteriores, onde o que se pretende é um vinho leve e fácil de beber.Deste vinho, foram produzidas cerca de 70.000 garrafas.

Trata-se de um vinho que apresenta uma cor limonada. No nariz, o habitual, isto é levemente floral, suavemente tropical e com notas de fruta branca. Na boca é leve e fresco, com fruta não muito marcante e um final de boca curto e directo.

Um vinho de fácil consumo maioritariamente para entradas, ou pratos leves de peixe e marisco.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 14

Sérgio Lopes

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Vale D'algares Selection Branco 2009

Ano: 2009

Produtor: Vale D'Algares

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Alvarinho, Verdelho e Viogner

Preço Aprox.: 10€

Veredicto: A região do Tejo tem-se vindo a modernizar nos últimos anos, tendo surgido diversos produtores que têm elevado o nível médio de qualidade do vinho da região. É o caso do produtor Vale D'Algares, que apresenta a marca em nome próprio e a referência Guarda Rios.

Este Vale D'Algares Selection de 2009 trata-se de um branco que passa por madeira. É composto por um curioso blend de castas, que no conjunto resultam bem conferindo por um lado a acidez necessária, por outro lado, a untuosidade e fruta na medida certa.

De cor amarelo palha,  no nariz apresenta bastante mineralidade. Notas de fruta tropical e citrinas, em harmonia, com um certo floral e a untuosidade conferida pelo contacto com a madeira. Na boca apresenta uma boa acidez, que lhe confere frescura. Apresenta uma boa estrutura, a confirmação da untuosidade, com a amdeira bem integrada no conjunto e final de comprimento médio / longo, agradavelmente persistente.

Um belo exemplar do Tejo, com pendor gastronómico e a sua dose de complexidade.

Classificação Pessoal: 15,5

Sérgio Lopes

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fiuza Premium Branco 2010

Ano: 2010

Produtor: Fiuza & Bright

Tipo: Branco.

Região: Lisboa

Castas: Fernão Pires e Chardonnay.

Preço Aprox.: 10€

Veredicto: Fiuza Premium Branco 2010 combina as castas Chardonnay e Fernão Pires, sofrendo um estágio de meio ano em barricas novas e usadas de carvalho francês.

De cor amarelo dourada, o aroma é limpo, bastante mineral e fresco. Notas citrinas, de frutos exóticos e tosta da barrica bem integrada. Na boca, é untuoso e encorpado, apresentando uma bela acidez e final de persistência média / alta.

Um vinho bem feito, mas que para o seu valor, não surpreende.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes