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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

HERDADE ALDEIA DE CIMA RESERVA TINTO 2019

Já no ano passado tinha curtido este vinho da @aldeiadecima . Até fiz um dos meus vídeos de prova. Este ano, na sua terceira edição, mantém a bitola de qualidade, surpreendendo pela frescura.

Em grande parte, devido à enologia que coloca as uvas da Serra do Mendro, já de si de um terroir fresco, passando por vários processos de vinificação.

30% do lote estagiam em ânfora durante 6
meses, outros 30% em barrricas de segundo ano de carvalho francês, 20% em tinajas durante 4 meses e 20% em Nico Velo, durante 6 meses.

Tudo isto confere ao vinho uma boa dose de complexidade. À fruta bonita da dominante Aragonez, juntam-se notas terrosas e levemente austeras que contribuem para um nariz muito interessante e fora do vulgar. Na boca, os taninos são suaves, vegetais. Seco, fresco e de final de bom comprimento, é um excelente parceiro para a mesa.

O preço é altamente convidativo de apenas 15€ e encontra-se facilmente na grande distribuição.

Parabéns @jorge_alves_wine e @luisa_amorim1973

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

LOU CA by @inescapao e Luís Louro


Inês Capão e Luís Louro trabalham juntos há mais de 10 anos. Trocam experiências e impressões. Os vinhos LouCa são vinhos de assinatura feitos individualmente, sem a interferência um do outro. LOUCA, uma junção entre LOUro e CApão.

O louCA 2017 é um branco com a assinatura de Inês Capão (CA maiúsculas). Feito de Arinto e Roupeiro, passa por vários processos de vinificação - maceração, barrica e curtimenta. É um dos brancos mais desconcertantes que provei este ano. Nariz com muita complexidade, com fruta, fruto seco, especiaria e mineralidade. Um registo algo austero que acompanha a boca com uma acidez lancinante. Apesar de tudo, nunca é agressivo. A madeira - que não se sente, arredonda o conjunto que resulta delicado, extremamente fresco e desafiante. Um grande branco, que não deixará ninguém indiferente. Nunca na vida às cegas se pensaria em Alentejo. Adorei.

O LOUca 2017 é um tinto, com a assinatura de Luís Louro. Alicante Bouschet e Trincadeira. Resulta num perfil com pouca extração, com fruta preta e vermelha é certo, mas também um lado vegetal bem vincado. Esse lado vegetal mais os taninos sólidos mas finos, contribuem para um tinto super fresco e elegante. A barrica está super integrada. Termina longo e até especiado. Excelente.

Dois grandes Alentejanos. Diferentes e originais na região. Serão um otimo presente de Natal, verdadeiramente surpreendente. Pvp de ambos 27eur.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

BARÃO RODRIGUES EDIÇÃO LIMITADA BAGA 2020

Vinho produzido na @herdade_do_menir pela dupla @diogowinemaker / @fabio.wines.pt

É um monocasta Baga (casta rainha da Bairrada), plantada no Alentejo em solos de xisto e em encosta. Fermenta e estagia em cuba de cimento.

É de facto um tinto bastante original.

Pouco extraído, o que se nota logo na cor, descola-se imediatamente do típico tinto alentejano. Nariz povoado de fruta fresca - cereja, framboesa, mas também ervas do tipo aromáticas. Muito giro. Na boca, o corpo é médio, os taninos redondos e continua com boa fruta. Termina de bom comprimento e muito agradavel.

Difícil às cegas apontar para Baga e muito menos para o Alentejo, exceto no final de boca onde evidencia um pouco mais o calor do Terroir.

Boa estreia e parabéns pelo lançamento de um vinho com diferenciação. Pvp 16eur.


Sérgio Costa Lopes

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

MONTE DOS CARDEAIS ESCOLHA BRANCO E TINTO 2020

Monte dos Cardeais é a nova aventura do produtor @costaboalfamilyestates que depois de excelentes registos no Douro e Trás-os-Montes, entra agora no Alentejo. São 10 hectares, localizados na magnífica zona de Estremoz, maioritariamente de castas tintas, plantadas há 20 anos (Aragonez, Syrah, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot, Alicante Bouschet), e algumas castas brancas (Antão Vaz, Roupeiro e Arinto), plantadas mais recentemente, em 2016.

A enologia continua a cargo de @paulonunes_winemaker e pela prova dos primeiros colheita, o futuro é risonho.

O Monte dos Cardeais Escolha Branco 2020 é sobretudo fresco, leve e sem uma acidez demasiado elevada ou descompensada. Muito agradável de se beber com notas cítricas e florais. Perfeito para beber a solo ou acompanhando pratos leves, como foi o caso de uns muslitos com feijão frade. Não é muito longo, mas bebe-se muito bem.

O Monte dos Cardeais Escolha Tinto 2020 mostra todos os pergaminhos de um alentejano de "gema". Fruta carnuda, especiaria mas uma barrica bem integrada e um calor alentejano compensado por uma bela acidez que o torna apetecível. De novo, um conjunto muito equilibrado e com uma afinação que é raro encontrar nesta faixa de preço. Muito bem.
Pvp de ambos os vinho 8eur.

O projecto herdou algum espólio de vinho existente. Pela amostra, o potencial é enorme. São por isso expectáveis grandes néctares da dupla Costa Boal/Paulo Nunes nos próximos tempos...

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

BOJADOR ROSÉ 2020

Dias quentes continuam a pedir Rosés frescos.

Esta é a segunda vez que bebo este rosé alentejano feito de Aragonez e Touriga Nacional, sem passagem por madeira.

Se já tinha gostado da edição 2019, acho esta 2020 ainda mais equilibrada, sobretudo na (boa) acidez mais integrada.

Depois está perfeitamente desenhado para um consumo estival, com pouco alcool, aromas contidos a fruta fresca, seco, de corpo médio e final não muito longo, mas bem refrescante.

Ótimo para "piscina", convívio, fun, mas também à mesa, fazendo boa companhia a petiscos. Acompanhou uns ovos rotos caseiros. Pvp 9eur

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

PAÇO DOS INFANTES RESERVA BRANCO 2019

Um destes dias, um cromo da net "wannabe influencer" escrevia algo do género: " tu gostas é do quintal da Vidigueira". E de facto é um local no Alentejo de belissimos brancos. Ele até tem razão. Eu gosto.

Antão Vaz, Arinto e Alvarinho, vinificação em barrica e cubas de cimento, battonnage sobre borras por 6 meses.

Mais um branco bem conseguido saído da @herdadedalisboavidigueira por @ricxarepe

O nariz é complexo mas sem exuberâncias aromáticas. Notas citrinas, florais, mineral tudo num registo contido. Na boca é cremoso, barrica impercetível, fresco e elegante , bom final de boca com uma acidez muito equilibrada e um alcool baixo de apenas 12.5 graus.

Acompanhou perfeitamente em duas refeições uma carne de porco e uma massada de peixe, respectivamente. Então com a massada de peixe, top...! Pvp 14eur

Contrarotulo.blogspot.com
Facebook.com/ContraRotulo

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

MINGORRA RESERVA TINTO 2016

Com este tempo incerto, pelo menos no Norte, a escolha recaiu novamente num tinto.

Alentejano "de gema" este tinto é carregado de fruta preta a que se juntam especiarias, alguma azeitona(que associo muitas vezes ao Alentejo) e um certo toque evolutivo que lhe conferiu um caráter extra. Taninos polidos, fruta em primeiro plano, barrica sem marcar mas presente e volume a denunciar a região, final de bom comprimento.

Em suma, bem equilibrado e fácil de se gostar num perfil abrangente. Pvp 12eur

Acompanhou muito bem umas perdizes de escabeche que vinham num conjunto muito bonito, disponibilizado pela @mingorra.winery
Obrigado.

domingo, 1 de agosto de 2021

CASA DE SABICOS RESERVA TINTO 2018

Hoje é daqueles dias, pelo menos em Vila Nova de Gaia, em que chove...! Ideal para provar este tinto o Casa de Sabicos Reserva Tinto 2018.

Da casa que produz o fabuloso Avó Sabica, um dos melhores tintos alentejanos, chega este vinho composto por Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon.

Um tinto com claro ADN alentejano mas muito equilibrado, com a fruta em bom plano, taninos presentes, madeira sem incomodar e uma boa frescura de conjunto. Um tinto bem agradável. Pvp 15eur.


quarta-feira, 28 de julho de 2021

VICENTINO NAKED PINOT NOIR ROSÉ 2019

Depois do lançamento do primeiro vinho Pinot Noir Naked Tinto, no ano passado, nasce agora o Pinot Noir Naked Rosé 2019, novamente sem passagem por madeira.

O objetivo é o consumo descontraído e despreocupado, num vinho com apenas 11,5 graus de alcool, leve por isso, seco, com fruta discreta e acidez não muito alta, com salinidade em evidência.

O final é um pouco curto mas ganha em enorme bebilidade pois é muito fácil de beber! Acompanhou um dos meus churrascos at Algarve num dia tórrido e a garrafa foi toda pois é muito refrescante. Pvp 9eur.

@vicentinowines
Contrarotulo.blogspot.com
Facebook.com/contrarotul

domingo, 13 de junho de 2021

Em Prova: Monte Branco Tinto 2016


Vinho topo de gama da Adega Monte Branco do jovem produtor Luís Louro .

Produzido só em anos excecionais, representa o melhor das duas parcelas: Alicante Boushet em solos de xisto, Aragonez em solos calcários.
Um vinho que por um lado demonstra claramente de onde vem - Alentejo, mas de Estemoz que é capaz de combinar potência com frescura.
E é o que temos aqui, um tinto de cor granada, que no nariz mostra desde logo o calor do terroir, alguma austeridade e a fruta negra em bom plano.
Na boca tem volume, fruta madura mas muita frescura a equilibrar o conjunto. Os taninos são firmes, terminando longo e com uma boa acidez, a pedir comida de substância.
Muito interessante pois o registo é de um vinho com marcadores clássicos da região mas com uma frescura bem contemporânea. Evoluirá muito bem nos próximos anos. Pvp 35eur.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Em Prova: XXVI Talhas Mestre Daniel Branco 2019


O projeto @xxvi_talhas presta homenagem à tradição milenar da produção de vinho de talha, na pacata aldeia de Vila Alva. XXVI talhas - porque é o número de talhas que existem na adega onde se produz o vinho, com as marcas "Vinho do Tareco" (vinho novo da talha) e Mestre Daniel em homenagem ao carpinteiro que construiu a adega e adquiriu as talhas há mais de 60 anos. O Mestre Daniel produziu nessa adega vinho de talha durante cerca de 30 anos, seguindo a tradição familiar que herdou de seus pais e avós. Após a sua morte seguiram-se ainda alguns anos de produção. Contudo, em 1990, a adega encerrou atividade. Em 2018, após quase trinta anos de interregno, a adega volta a funcionar, retomando a tradição local e familiar de produção de vinho de talha. O projeto é encabeçado por Daniel Parreira e pelo enólogo Ricardo Santos (Malo Tojo), com ligações afetivas ao projeto.

Se querem provar um vinho de talha, é isto! Um branco untuoso, com os marcadores da talha (notas resinosas, de barro, ceroso, leve mel) mas também fruta. Na boca é intenso, com leve tanino e enorme frescura pela sua acidez. Termina longo, com um equilíbrio notável de conjunto. Apenas 11.5 graus de alcool...

Um grande exemplo de um branco de talha que apetece muito beber. Pvp 20eur. Muito bem.

Já sabem o quanto gosto deste projecto, sobretudo porque tem enorme qualidade e muita autenticidade.


Sérgio Costa Lopes

 

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Em Prova: Herdade Aldeia de Cima Garrafeira Branco 2019

 

Garrafeira é um termo bastante antigo, que em Portugal nasceu no Dão e na Bairrada, utilizado para vinhos mais especiais, aqueles que eram para serem envelhecidos em garrafa. Os Garrafeira passaram, depois, a integrar a legislação de alguns vinhos em Portugal, sendo uma menção apenas reservada aos vinhos de topo. No Alentejo um garrafeira deve obedecer a um estágio mínimo de 12 meses para os brancos - dos quais pelo menos seis em garrafa de vidro - e, no caso dos tintos, um estágio mínimo de 30 meses - dos quais pelo menos 12 meses em garrafa de vidro.

Este Herdade da @aldeiadecima garrafeira branco é pois uma elevação dessa categoria, (ainda) com pouca expressão no Alentejo.

Feito com 70% Antão Vaz, 25% Arinto e 5% Alvarinho, fermentados e estagiados em Balseiro (tonel) novo de Carvalho Francês de 3000l durante 9 meses,seguidos de mais 10 meses em garrafa.

O resultado é um grande vinho branco, de presente, mas sobretudo de futuro. A opção por Balseiro marca muito menos o vinho no que à madeira diz respeito, conferindo tensão e cremosidade. O tempo em garrafa dá-lhe profundidade e mostra-se já apto a beber, embora se preveja uma otima evolução. A um nariz muito delicado mas profundo, segue-se um boca volumosa e com uma excelente acidez, terminando longo. Um branco de classicismo alentejano mas com uma elevada dose de sofisticação. Pvp 42eur

Parabéns aos enólogos @jorge_alves_wine
e @Antoniomiguelcavalheiro

Um projeto pensado de raiz pela @luisa_amorim1973 com um presente e futuro radiantes.


Sérgio Costa Lopes

domingo, 23 de maio de 2021

Em Prova: Herdade Aldeia de Cima Reserva Branco 2019

 
Novíssima edição deste vinho proveniente da Vidigueira, produzido integralmente pela primeira vez na adega da Herdade @aldeiadecima . É muito provavelmente a melhor edição até agora desta referência.

Elaborado a partir das castas Antão Vaz 45%, Arinto 45% e Alvarinho 10%, o lote Arinto- Alvarinho foi colocado a fermentar em cubas de cimento Nico Velo. Paralelamente, o mesmo processo era levado a cabo para o Antão Vaz em barrica de carvalho francês de segundo uso de 500l. A assemblage foi feita um mês mais tarde nas Nico Velo n.º 14 e 15.

Nariz complexo com notas florais, cítricas e de fruta madura - aportadas pelas castas e alguma mineralidade. Boca cheia, com densidade e largura, mas sempre em elegância e com algum requinte. Redondo, termina longo, com acidez equilibrada, resultando num bom companheiro à mesa. Pvp bem justo a rondar os 15eur. Considero até que oferece bem mais do que outros brancos do mesmo nível de preço. Muito bem.


Sérgio Costa Lopes

sexta-feira, 21 de maio de 2021

Em Prova: Herdade da Lisboa Trincadeira 2019

Situada nas proximidades da Vidigueira, a @herdadedalisboavidigueira foi adquirida pela família Cardoso em 2011 e desde então tem vindo a ser objeto de elevados investimentos. A marca principal é bem conhecida - Paço dos Infantes, que é agora resgatada. A enologia está a cargo de @ricxarepe.
Surge também uma nova gama, de topo, com o mesmo nome da propriedade, assumindo-se como uma coleção premium de vinhos varietais, edições limitadas e exclusivas do melhor de cada casta, em cada ano.
Para a estreia da gama, a Herdade da Lisboa apresenta o branco Viognier 2019 e o tinto Trincadeira 2019. Os dois vinhos são vendidos num conjunto com uma caixa muito apelativa e bonita, a um pvp global de 56eur.
O Herdade da Lisboa Trincadeira 2019 está delicioso. Fermentação e estágio em barricas novas de carvalho francês por 12 meses. O registo é o de fruta fresca muito limpa, viva e bonita em paralelo com notas vegetais. Na boca resultam taninos aveludados, muita frescura, barrica bem integrada, corpo médio, elegante e um final sumarento e muito guloso, que o torna irresistível. Os 14 graus que estão bem integrados, tornam-o bem "perigoso". Um grande vinho!
Bem gastronómico e belo exemplar da expressão da casta, de forma surpreendente. Muito bem.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Em Prova: Herdade da Lisboa Viognier 2019

Situada nas proximidades da Vidigueira, a @herdadedalisboavidigueira foi adquirida pela família Cardoso em 2011 e desde então tem vindo a ser objeto de elevados investimentos. A marca principal é bem conhecida - Paço dos Infantes, que é agora resgatada. A enologia está a cargo de @ricxarepe.
Surge também uma nova gama, de topo, com o mesmo nome da propriedade, assumindo-se como uma coleção premium de vinhos varietais, edições limitadas e exclusivas do melhor de cada casta, em cada ano.
Para a estreia da gama, a Herdade da Lisboa apresenta o branco Viognier 2019 e o tinto Trincadeira 2019. Os dois vinhos são vendidos num conjunto com uma caixa muito apelativa e bonita, a um pvp global de 56eur.
O Herdade da Lisboa Viognier 2019 é um vinho surpreendente. Fermentado em barrica nova e com estágio de 6 meses é tudo menos o que estaríamos à espera de um viognier no Alentejo (zona quente). Longe do lado pesado e meloso, este vinho posiciona-se no extremo oposto, num registo mineral, fresco e com um equilíbrio notável. Nariz com lado floral e de fruta branca (melão/meloa). Boca com ligeira untuosidade, barrica bem integrada, acidez presente mas equilibrada, final longo e muito saboroso. Que grande estreia. Provavelmente o melhor Viognier português.
Bem gastronómico e belo exemplar da expressão da casta, de forma surpreendente. Muito bem.

terça-feira, 18 de maio de 2021

Em Prova: Herdade do Rocim, Branco e Rosé, 2020

Faz hoje exatamente 14 anos que o projecto @herdadedorocim nasceu. Muitos parabéns à @catarocim e ao @pedro_ribeiro1979 !
A evolução do projeto tem sido muito bonita, com o surgimento de novas referências, consolidação da marca e um standard de qualidade inegável em todas as gamas.
O Pedro e a Catarina se calhar nem se lembram quando estivemos coincidentemente por Angola e por lá bebemos Rocim ao som de um Matias Damásio então pouco conhecido por cá... A convite do meu mano @hilderico_coutinho
Memórias de um projecto que entretanto deu um salto valente.
Aproveito a data para falar dos vinhos Herdade do Rocim Branco 2020 e Herdade do Rocim Rosé 2020, acabados de sair para o mercado, ambos reflexo da tal consistência de qualidade. "Colheitas" num registo fresco, seco e com pouco alcool (o rosé delicado até) perfeitos para destilar no Verão. A um preço abaixo dos 10eur e que se podem comprar facilmente, inclusive na loja online do produtor.
Sobre os olho de mocho reserva, stay tuned...

Sérgio Costa Lopes