
- Dona Maria Rosé 2016 – seco e com boa intensidade (16,5);
- Dona Maria Branco 2016 – equilibrado e só prejudicado um pouco para o meu paladar por uma ligeira sensação de doçura (16);
- Dona Maria Viognier 2015 – intenso e com acidez pronunciada (17);
- Dona Maria Amantis Branco 2014 – parecido com o anterior, ligeiramente mais volumoso (17);
- Dona Maria Amantis Branco 2012 – já com uns aromas de evolução que lhe dão um pouco mais de complexidade (17-17,5)
- Dona Maria Amantis Branco 2009 – intenso mas equilibrado com uma evolução fabulosa (18);
- Dona Maria Tinto 2014 – relativamente intenso e com acidez média/elevada que lhe dá uma boa frescura (16,5);
- Dona Maria Amantis Tinto 2012 – mais intenso mas mais quente (16,5);

- Dona Maria Reserva 2005 – aroma e sabor muito bons (18);
- Dona Maria Reserva 2008 – muito parecido com o anterior em que apenas o aroma achei ligeiramente inferior (17,5-18);
- Dona Maria Reserva 2012 – sabor muito bom com classe (18);
- Júlio Bastos 2007 – sabor muito intenso e com grande classe (18,5)
- Quinta do Carmo Garrafeira 1986 – num bom estado de evolução face aos seus 31 anos, por exemplo, pela cor, diria bem menos (17,5)
- Quinta do Carmo Garrafeira 1985 – um pouco mais complexo do que o anterior (18).
Ainda voltamos no dia seguir para visitar a belíssima quinta, datada do princípio do Séc. XVIII, incluindo a adega e jardim e terminamos com uma compras.
Duarte Silva (Wine Lover)
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