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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Em Prova: Vila Alva Branco de Talha Vinhas Centenárias 2017

Proveniente da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, chegou-me à mesa, através de um amigo do Alentejo, um vinho de talha, que tinha enorme curiosidade em provar. Oriundo de vinhas velhas, feito com as castas de antigamente, nomeadamente Antão Vaz, Roupeiro, Manteúdo, Diagalves, Larião e Perrum. Uma produção pequena de apenas 2666 garrafas que se portou lindamente à mesa. De cor dourada, fiel aos tradicionais vinhos de talha, mostrou-se seco, com acidez elevada, contido até, com aromas citrinos, alguma erva de especiaria e notas cerosas e de frutos secos. Demorou a abrir no copo, mas quando o fez, mostrou uma boa estrutura, grande frescura e final mineral, longo e terroso. Um belíssimo exemplar de um talha que nos remete para o classicismo da região. PVP: 14,98€. Comprar Aqui.

Sérgio Lopes

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Da minha cave: Bétula 2011


17,5/20. E não é que os vinhos brancos envelhecem bem? Quando bem feitos é claro, como é este Bétula , do ano de 2011, provado, de novo, há duas semanas, da autoria do Francisco Montenenegro (Aneto). Vinho duriense, blend de castas francesas Viognier (em barrica) e Sauvignon Blanc (em inox), em iguais percentagens, entretanto extinto (?). Que pena... 

Inicialmente este vinho mostrou-se completamente estranho, sem aroma (provavelmente estava fresco de mais). Depois de colocado em decanter improvisado, começou a mostrar aquelas notas de evolução florais e meladas, sem perder a frescura. Belo vinho, com belo volume e final de boca, de pendor gastronómico, um pouco fora do baralho, feito por um grande enólogo. Repito, pena que o vinho entretanto tenha deixado de ser produzido...

Notas de prova em "novo":
http://contrarotulo.blogspot.com/2012/08/betula-2011.html


Sérgio Lopes