sexta-feira, 29 de junho de 2012

Quinta da Alorna Rosé 2011


Ano: 2011

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Rosé

Região: Tejo

Castas: Touriga Nacional

Preço Aprox.: 4,5€

Veredicto:  Este Rosé esgota todos os anos. E percebe-se porquê. Está muito bem feito e é mais uma demonstração de qualidade da Quinta da Alorna.

Produzido 100% de Touriga Nacional, apresenta uma cor rosa carregada. No aroma, notas frescas de framboesa e morango. Na boca, confirma a frescura e fruta. Com boa estrutura, termina de média persistência, com leve secura.

Acompanhou o nosso jogo da selecção das meias finais com umas tapas. Combinação perfeita com a comida. Já quanto ao futebol, não podemos dizer o mesmo...

Classificação Pessoal: 15,5

Sérgio Lopes

Quinta da Alorna Arinto 2010

Ano: 2010

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Arinto

Preço Aprox.: 4€

Veredicto:  Mais um vinho adquirido na loja da Quinta da Alorna, na passagem por Almeirim, a caminho do Summer Wine Market (by Adegga). Este vinho, foi sendo bebido enquanto fazíamos o churrasco, ou seja, petiscando umas salsichas frescas e umas alheiras. Perfeita combinação.

De cor amarela esverdeada, não é muito expressivo de aromas, o que é característico da casta Arinto. Mineral, é sobretudo vivo e fresco na boca, graças à acidez bem integrada no conjunto. O final é persistente e refrescante.

À semelhança do Verdelho, este exemplar é igualmente bastante interessante para companheiro de Verão, seja como aperitivo ou acompanhando um peixe grelhado. Diferencia-se do verdelho por uma maior acidez, em detrimento da doçura frutada. Bem conseguido.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Marquês de Borba Branco 2011

Ano: 2011

Produtor: J. Portugal Ramos

Tipo: Branco

Região: Alentejo

Castas: Arinto, Antão Vaz, Verdelho, Viognier

Preço Aprox.: 5€

Veredicto: À semelhança da gama Loios, também a gama Marquês de Borba, para 2011 traz como grande novidade a renovada imagem que será transversal a todos os vinhos que o enólogo e produtor João Portugal Ramos possui no Alentejo, basicamente com um rótulo de posicionamento diagonal.

Produzido através das castas Arinto, Antão Vaz, Verdelho e Viognier, esta marca clássica de J.Portugal Ramos, traduz-se num vinho de cor citrina. No nariz, notas suaves igualmente citrinas, misturadas com alguma fruta limonada. Tudo muito leve. Na boca apresenta-se mineral, com boa estrutura, focado na fruta, terminando agradável e de média persistência.

Um vinho suave e bem feito; Bastante consistente. Disponível nas grandes superfícies.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Alvarinho Pouco Comum 2011


Ano: 2011

Produtor: Quinta da Lixa

Tipo: Branco

Região: Regional Minho

Castas: Alvarinho

Preço Aprox.: 4,20€

Veredicto: No ano passado tive contacto pela primeira vez com este vinho Alvarinho Pouco Comum, através do produtor. Ficamos tão agradados que seleccionamos o mesmo para o nosso casamento. Os convidado ficaram maravilhados pela facilidade de prova, mas com a complexidade que um bom alvarinho deve ter, a um preço de arromba.

Trata-se de um vinho de cor citrina, com reflexos esverdeados. Muito frutado no aroma, com notas citrinas e vegetais, bem como alguma fruta melada. Mineralidade e frescura que se confirma na boca. Na boca, fruta de caroço, apresenta um bom volume de boca, uma bela acidez e um final bastante persistente e agradável. Embora bastante equilibrado, termina ligeiramente doce.

Disponível nas grandes superfícies.

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 16

Sérgio Lopes

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Quinta da Alorna Verdelho 2010

Ano: 2010

Produtor: Quinta da Alorna

Tipo: Branco

Região: Tejo

Castas: Verdelho

Preço Aprox.: 4€

Veredicto:  Adquirido na loja da Quinta da Alorna, numa passagem por Almeirim. Provamo-lo com um pargo assado na brasa e couves de bruxelas.

De cor citrina, quase translúcida, no nariz é muito suave com alguma mineralidade, com notas de fruto tropical e toques florais. Na boca, confirma a fruta e mineralidade mostradas no nariz. Com alguma untuosidade, apresenta uma boa estrutura. Termina um pouco doce, mas bem balanceado por uma excelente acidez que o torna nada enjoativo. Pelo contrário, há que ter cuidado, pois escorrega bastante bem... Termina com uma boa persistência.

Suave, fresco, harmonioso, ideal como aperitivo para apreciar neste Verão.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Terras do Minho Touriga Nacional Rosé 2001


Ano: 2011

Produtor: Quinta da Lixa

Tipo: Rosé

Região: Vinhos Verdes

Castas: Touriga Nacional

Preço Aprox.: 2,99€

Veredicto: Provado pelo segundo ano, um Rosé, produzido pela Quinta da Lixa, através da casta Touriga Nacional, plantada em solos de "vinho verde". Destaque para a imagem da garrafa extremamente apelativa e moderna e a rolha do tipo "screwcap".

Trata-se de um vinho de cor rosada viva, tipo romã, com leve gás carbónico. No nariz, aromas a morango e framboesa, conjugados com algumas notas florais. É sobretudo fresco e agradável, apresentando uma bela acidez, com estrutura e final de média persistência.


Leve, versátil, equilibrado, fresco e com um preço de arrasar. Para beber de aperitivo ou porque não na praia ou piscina, em boa conversa?

Nota: Amostra gentilmente cedida pelo produtor.

Classificação Pessoal: 15

Sérgio Lopes

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Quinta das Maias Jaen 2000

Ano: 2000

Produtor: Quinta das Maias

Tipo: Tinto

Região: Dão

Castas: Jaen

Preço Aprox.: 20€

Veredicto: A casta Jaen, típicamente plantada no Dão, é quase na totalidade das vezes utilizada como casta de blend, com outras castas autóctones da região. Será uma casta de "enchimento". Foi por isso com alguma surpresa que provamos o Quinta das Mais Jaen 2009, exemplar mais recente, deste monocasta singular. As uvas deste vinho provém de duas únicas parcelas da Quinta, que segundo o produtor, por uma qualquer razão inexplicável produzem um Jaen diferenciador e de extrema qualidade, tanto é que a aposta recai em utilizá-lo como monocasta para este vinho. São apenas dois talhões. O 2009 mostrou-se ainda desiquilibrado. O Jaen não aguenta muita madeira, por isso ainda está numa fase em que o floral e herbáceo estão de um lado, a madeira do outro, bem presente. Mas são vinhos do Dão. Por isso, vinhos para ter paciência... Por essa razão, foi-nos proporcionado o desafio por parte do produtor em provar o exemplar de 2000 para verificar a sua evolução. Provamo-lo esta semana.

De cor ruby, com notas de evolução (meio atijolado), no nariz, mostrou um aroma bastante complexo, elegante e harmonioso. Uma frescura impressionante que se confirma na boca, notas de chocolate e florais, madeira bem integrada.  Na boca, não é muito encorpado, mas sim suave. Termina relativamente médio e com alguma secura.

Impressionante a frescura que apresenta para um vinho com 12 anos (!). Os anos de evolução apenas o tornaram melhor, na medida em que permitiu integrar todos os seus elementos, harmoniosamente. È no entanto, um vinho com pouco corpo, leve e relativamente curto. Por isso, controverso. Um vinho que ou se gosta muito, ou dificilmente se aprecia. Não sendo o nosso estilo, vale a pena experimentar. Realmente diferente, com potencial de guarda e até porque não dizê-lo um vinho "feminino"...

Classificação Pessoal: 16

Sérgio Lopes