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terça-feira, 18 de julho de 2017

Vinho Verde Wine Fest, na Alfândega do Porto

A quarta edição do Vinho Verde Wine Fest, realiza-se entre 20 e 23 de Julho, mais uma vez na Alfândega do Porto. Organizado pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o festival terá mais de 300 vinhos em prova de 33 produtores, para além de muita animação, com provas comentadas, workshops, showcooking, cursos de vinho e ainda um dia dirigido às famílias, no dia 22, sábado.

Estão igualmente previstas atividades para as crianças, que, segundo a CVRVV, "permitem primeiras experiências com a gastronomia e descoberta de sabores".O festival terá lugar no parque nascente da Alfândega, com o rio Douro como vizinho próximo, e este ano ocupara uma área maior do que a do ano passado, com sacrifício do espaço que era reservado ao estacionamento automóvel.

A entrada no festival custará dez euros, com direito a um copooito senhas de provas e a uma prova comentada.

Mais informações, incluindo o programa do festival em http://www.vinhoverdewinefest.com/pt

Sérgio Lopes

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Wines and Blue Festival

Começa hoje , o Wine & Blues Festival, até dia 15 de Julho, sábado, na sua 2ª edição, representa o renascimento bem-sucedido da tradição dos Blues em Viana do Castelo, assumindo três ambições: a internacionalização, a aliança com a promoção do Vinho Verde e a animação do centro histórico.

MÚSICA_
Durante três noites a Praça da República será o palco onde se irão cruzar as mais diversas sonoridades da história dos blues.

VINHO VERDE_
As grandes quintas vitivinícolas da região associam-se ao Wine & Blues Festival, fazendo-se representar por uma mostra vínica direcionada para a divulgação do Vinho Verde, que estará patente ao longo das três noites do festival entre as 21h e as 02h, no edifício dos Paços do Concelho.


PROGRAMA_
DIA 13.07

DIA 14

DIA 15



sexta-feira, 7 de julho de 2017

A abertura do garrafão de Colares "Genuíno" (Epílogo)

A abertura do garrafão de branco de Colares "genuíno" provocou grandes emoções em todos os presentes, que ao fim de quase uma hora já mereciam apreciar o repasto que lhes estava reservado pela D. Zezinha. As "entradinhas" constavam de petinga frita (pescada no dia) com uma salada de tomate à marroquina, bolachinhas de queijo parmesão, pataniscas de bacalhau, azeitonas e o inevitável pão de Mafra. A acompanhá-las havia um branco Patrão Diogo 2015, de Chão-rijo, do José Baeta , que pedia meças aos brancos de chão-de-areia e não se intimidava com as deliciosas entradas. Depois, para acompanhar ao melhor nível o Bacalhau à Gomes de Sá, foi tempo de apreciar um Arinto e um Vital, estremes, do Nuno Ramilo, também de chão-rijo (Alqueidão), que não deixaram os créditos por mãos alheias e mostraram a raça de duas grandes castas portuguesas. O entrecosto com batatinhas assadas e legumes salteados estava reservado para o Ramisco adolescente, de 2008 e, para quem quisesse, para o branco de Colares na idade adulta, do garrafão. As fortes emoções do dia convidavam aos prazeres da mesa e às mais variadas conversas, cujo tema principal era, como é óbvio, o branco do garrafão. E foram tão acaloradas que muitos dos presentes até se esqueceram que havia outro garrafão para abrir! Antes das queijadas da Sapa e de umas óptimas cerejas do Fundão lá fomos todos outra vez abrir novo garrafão, agora ao som dos acordes de viola do Carlos Alberto Moniz e da alegria de todos os convivas.

O treino do primeiro garrafão abreviou a operação de extracção da rolha, que pela facilidade com que cedeu aos esforços do José Baeta causou muita apreensão. Estaria o vinho estragado? VL cheirou a rolha e franziu o sobrolho com o forte odor a vinagre que dela emanava. Se mais dúvidas houvesse, foram tiradas com a prova de nariz do vinho no copo. O Ramisco não tinha resistido a uma rolha de má qualidade e tinha-se transformado num vinagre fortíssimo...com cerca de oitenta anos! Se estivéssemos na época romana ou na Idade Média, provavelmente iríamos bebê-lo com toda a veneração e respeito, depois de o diluir na proporção apropriada com água. Afinal, nessas épocas, era impensável rejeitar a bebida dos deuses ou o "sangue de Cristo", qualquer que fosse o defeito que tivesse. E o remédio era diluir o vinho com tanta mais água quanto maior o defeito! No século XXI, muito mais habituados aos prazeres da carne do que do espírito, não seria prudente propor que se bebesse o vinho à moda dos romanos. Mas seria uma heresia deitar fora um vinagre de oitenta anos, que me fez lembrar o fantástico vinagre do amigo Mário Sérgio, da Quinta das Bageiras. Foi, portanto, sugerido que o José Baeta tratasse do dito o melhor possível e se aprazasse nova sessão, para apreciá-lo em consonância com o seu estatuto: Ramisco com oitenta anos! Carapaus, mexilhões, perdizes e, talvez, lampreia, são bons motivos para retornar a Almoçageme.

Finalizar um dia de emoções fortes com o travo do vinagre não estava nos planos de ninguém e o José Baeta cumpriu a promessa feita, ao abrir três garrafas do mítico Ramisco de 1934, cujo stock ficou reduzido a apenas 780 garrafas.

Foi a apoteose!

Fotos cortesia de Rui Viegas

Professor Virgilio Loureiro

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Tondela Brancos Dão


Pelo segundo ano consecutivo o Município de Tondela em parceria com a Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão) organiza o “Tondela Brancos Dão”. Se no ano transacto, a primeira edição se pautou por apenas vinhos brancos de Todela, nesta segunda edição o leque é alargado à promoção e divulgação dos vinhos brancos da região do Dão.

O evento realiza-se no próximo sábado, dia 8 de Julho, das 14h00 às 23h00, no Mercado Velho de Tondela e área envolvente. Do programa constam diversas acções, nomeadamente palestras, exposições, provas de vinho, gastronomia, showcookings e animação musical.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

A abertura do garrafão de Colares "Genuíno" (parte 4)

O momento da verdade chegara e o silêncio na adega tornou-se sepulcral. VL ia levar o vinho à boca com mais de cinquenta pares de olhos fixos no copo e toda a gente aguardando o momento da verdade. Será que o "sortudo" ia fazer uma careta? Seria uma decepção? Estaria imbebível? Ou, pelo contrário, seria um momento triunfal? Realisticamente a expectativa não deveria ser muito elevada, pois tratava-se de um vinho com mais de oitenta anos, era branco e estava num garrafão!

Ao primeiro gole VL não conseguiu conter a emoção, fazendo um ligeiro esgar que não passou despercebido a ninguém. A acidez do Colares era contundente, quase equiparável a um soco no céu da boca. É certo que o vinho estava à temperatura ambiente, que enaltece a causticidade da acidez (por isso os brancos jovens devem ser servidos frios), mas não era previsível que impressionasse tanto o palato e transmitisse uma sensação tão grande de frescura e jovialidade. Logo de seguida, ainda com o vinho na boca, começaram a surgir os aromas complexos de tantos anos de estágio e envelhecimento no garrafão. 

O vinho estava vivo e bem vivo, com uma complexidade voluptuosa, que desafiava o "sortudo" a exprimir por metáforas as emoções que ia sentindo. Certamente que as temperaturas amenas e sem grandes amplitudes térmicas de Almoçageme teriam sido decisivas para o envelhecimento nobre que o vinho sofrera. Depois, quando houve serenidade para apreciar o corpo do vinho, é que VL reconheceu que já não tinha a fogosidade da juventude, não era musculado, não era encorpado. Para quem gosta de emoções fortes e efémeras, não seria, por certo, o vinho ideal. Porém, para quem gosta de sensações delicadas, enigmáticas e muito prolongadas dificilmente haveria vinho mais desafiante. Após engolir o vinho VL continuava com a boca cheia, uma intensidade aromática arrenbatadora, uma cremosidade admirável e um final de boca verdadeiramente olímpico. Era hora de todos os felizardos partilharem as mesmas emoções e fazerem do momento um hino à magia desta bebida dos deuses.

Do silêncio sepulcral passou-se para o entusiasmo incontido e ruidoso, com toda a gente a querer provar o vinho que tinha passado a prova do tempo com distinção e louvor. Os mais experimentados emocionavam-se e discutiam animadamente entre si. Os outros, em minoria, interrogavam-se, tinham dificuldade em entender tanto entusiasmo, surpreendiam-se com os comentários. Alguns, mais afoitos, até me confessavam que não estavam preparados para apreciar o vinho. Eu surpreender-me-ia se não fosse assim e, por isso, tive o cuidado de seleccionar vários vinhos do ano para o repasto que se seguiria.

A festa estava ao rubro, mas ainda havia outro garrafão - de tinto - para abrir...

Fotos cortesia de Rui Viegas

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Professor Virgilio Loureiro

sábado, 1 de julho de 2017

Wine 2O, Juntos Por Pedrógão

Se havia alguma réstia de dúvida de que "somos um povo do caralho", citando o grande Chef Ljubomir Stanisic, o concerto solidário da passada semana confirmou isso mesmo, traduzindo-se numa onda de solidariedade gigante, que conseguiu gerar mais de 1M€ para as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande. Bravo!

Ora, o Pedro Lima decidiu dar continuidade à onda solidária junto da comunidade vinica, organizando através da Wine2O, 2 jantares e um almoço vínico solidário, envolvendo inúmeros produtores de vinho que rapidamente se associaram à causa,  e cujas receitas revertem totalmente para as vitimas de Pedrógão Grande. O dinheiro angariado será depositado directamente numa conta solidária criada pela Caixa de Crédito Agrícola .
O primeiro evento será um almoço no dia 4 de Julho em Vilamoura, no Restaurante EMO do Hotel Anantara Vilamoura, o segundo será um jantar no dia 5 de Julho no Porto, na Brasão Cervejaria Coliseu e o terceiro será um jantar no dia 6 de Julho em Lisboa, no Restaurante Horizonte do Hotel Tryp da Costa da Caparica. 

Os bilhetes de participação no jantar vão ter o preço fixo de 35€(em Lisboa e no Porto) e 50€(em Vilamoura), e estarão à venda através da plataforma Last2Ticket pelo link: https://www2.last2ticket.com/pt/events/398/sessions/7129/juntos-por-pedrógão-jantar-vínico-caparica 

Todas as informações na página oficial do facebook da WINE2O.

Sérgio Lopes

quarta-feira, 28 de junho de 2017

A abertura do garrafão de Colares "Genuíno" - (parte 3)

Ao fim de cerca de oitenta anos o vinho do garrafão chegava, finalmente, ao copo de prova! O branco ia começar a revelar os seus segredos e o primeiro felizardo a conhecê-los, por deferência do anfitrião José Baeta, foi Virgílio Loureiro. Habituado a estas andanças o sortudo não se deslumbrou com o privilégio evitando levar, de pronto, o copo à boca! Um momento destes tinha de criar expectativa entre todos os presentes e ser desfrutado com a elevação que um vinho octogenário merecia, mesmo correndo-se o risco de ouvir reclamações dos mais impacientes. 

Assim, a primeira medida a tomar foi apreciar detalhadamente a cor e aspecto do vinho, cujos pormenores intrigaram todos os assistentes. Para surpresa de todos o aspecto do vinho era absolutamente cristalino, que se podia justificar por o garrafão estar há décadas na vertical, ornamentando o hall de entrada da Adega Viúva Gomes. Já a cor motivava muitas interrogações, pois era acobreada e não dourada, como era suposto. As tonalidades avermelhadas permitiam especular quanto à cor do vinho original, que podia ser tinto, pois sabe-se que os tintos vão perdendo a cor até ao ponto de ficarem tão claros como os brancos, cujo processo de envelhecimento, por sua vez, os faz escurecer. 

Em suma, ao fim de muitos anos é difícil saber-se se um vinho é branco ou tinto, sendo necessário procurar a tonalidade avermelhada das antocianinas para identificar o tinto. O vinho do garrafão seria, então, tinto, como denunciava o matiz avermelhado? Alguns dos presentes acharam que sim, mas acontece que o garrafão estava rotulado e indicava que era branco "genuíno"!? Ter-se-ia dado o caso da empresa que o engarrafou - "Viúva José Gomes da Silva & Filhos" - ter trocado os rótulos? A primeira etapa estava cumprida e como grande vinho que parecia ser, deixou o primeiro enigma a pairar entre todos os presentes.

A segunda etapa da apreciação do vinho foi a prova de nariz, sendo tempo de cheirar o copo sem o agitar. A primeira impressão foi verdadeiramente emocionante, pois revelou uma fragrância intensa onde imperava uma complexidade deliciosa. A emoção sentida convidava a descrever o aroma com descritores sensoriais, como é norma quando o vinho impressiona. Porém, VL resistiu a essa tentação, pois sabe que os ditos "descritores" devem ser designados mais apropriadamente "metáforas" sensoriais, pois dependem da emoção que o vinho causa no provador, sendo muito subjectivos. 

Por isso, cada provador descreve o vinho como lhe vem à cabeça e de forma diferente dos outros todos. A fragrância do vinho convidava a cheirá-lo muitas vezes, mas o perigo de saturar os receptores olfactivos exigia moderação. Passou-se, por isso, à segunda etapa olfactiva, cheirando o vinho após agitação intensa. E eis que surge, como por encanto, uma explosão aromática surpreendente, que começou a espalhar-se pela adega. Os atentos espectadores começaram, então, a impacientar-se, pois sentiram as notas aromáticas que saíam do copo! Havia, pois, que acelerar a prova e não fazer sofrer mais os presentes. Ia, finalmente, fazer-se a prova de boca - a prova real - para que o vinho segredasse o que tinha dentro!

Fotos cortesia de Rui Viegas

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Professor Virgilio Loureiro

terça-feira, 27 de junho de 2017

Feira do Alvarinho, Monção, 30 de Junho a 2 de Julho

A Feira do Alvarinho de Monção, realiza-se no próximo fim-de-semana, dias 30 de Junho e 1 e 2 de Julho. No Campo da Feira, vai localizar-se uma tenda gigante, onde ao todo, marcam presença na feira 112 expositores, com destaque para 31 produtores de vinho Alvarinho, diversas tasquinhas, fumeiros/queijaria ou doçaria tradicional. 

A edição deste ano disponibiliza também, uma área dedicada à degustação da gastronomia de Monção - o Cordeiro à Moda de Monção, conhecido como Foda à Monção, com apresentação daquele prato típico da região. 

Alvarinho e gastronomia de excelência no próximo fim-de-semana, no Minho! A entrada é gratuita.

Sérgio Lopes

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Vinho ao Vivo & Adegga WineMarket Summer, no próximo fim-de-semana!

O Adegga WineMarket Summer 2017, acontece no Lisbon Marriot Hotel no próximo dia 1 de Julho, entre as 14h e as 21h. O Adegga WineMarket é um conceito inovador, criado pelo Adegga e organizado por André Ribeirinho, André Cid e Daniel Matos, com o objectivo de aproximar consumidores e produtores de vinho. O visitante tem a possibilidade de provar e comprar, em ambiente descontraído, 500 vinhos, entre os 5€ e os 50€, de 60 produtores seleccionados pela equipa do Adegga.

Informações gerais:
Data: Sábado, 1 de Julho de 2017
Local: Lisbon Marriott Hotel
Horário: 14h às 21h
Bilhete Prova: 15€
Bilhete Loja: 40€ (inclui entrada e vale de compras de 40€)
Bilhete Loja Duplo: 60€ (inclui entrada para duas pessoas e vale de compras de 60€)


O Vinho ao Vivo é um encontro de 35 produtores de vinho europeus em Lisboa que vão dar a descobrir ao público os seus vinhos. Uma selecção muito especial de produtores independentes que trabalham os seus vinhos com respeito pelo local de origem, pela cultura, tradição e paisagem locais. 

Organizado pela garrafeira Os Goliardos, o evento, que vai na sua 8ª edição, ocorre dias 30 de Junho e 1 de Julho, das 19h00 às 24h00, ao ar livre, à beira do Tejo, na esplanada À Margem em Belém. Os produtores estarão situados no cais, mesmo em frente à Esplanada À Margem. Cada participante circula de mesa em mesa de cada produtor para provar os seus vinhos, conhecer a sua história e o seu projeto. Ao longo do serão haverão concertos de música ao vivo de estilos variados, desde a música clássica, ao jazz, música do mundo. Cozinheiros de vários estilos e países prepararão ao vivo as suas especialidades, que acompanham o bom vinho que pode ser provado e comprado no local.

Os bilhetes podem ser adquiridos à entrada do evento ou na bilheteira on-line através do link http://goliardos.bol.pt/. Bilhete de 1 dia: 25€; Bilhete de 2 dias: 40€.

Site Oficial do evento: http://www.vinhoaovivo.com/


Sérgio Lopes

sexta-feira, 23 de junho de 2017

A abertura do garrafão de Colares "Genuíno" (parte 2)

Retemperados com a visita às vinhas de chão-de-areia, em Fontanelas, chegámos a Almoçageme por volta das 19 h tendo o anfitrião José Baeta à nossa espera no Largo do Coreto. O calor apertava, pois a famosa brisa marítima estava de férias, mas o entusiasmo crescia à medida que os "felizardos" iam entrando para a monumental adega Viúva Gomes. O cenário estava preparado a preceito, com todas as velas dos candelabros gigantes acesas, com as mesas preparadas para o repasto e com os célebres garrafões - um de branco e um de tinto - perfilados lado a lado.

José Baeta não se tinha esquecido de nada. Havia decantadores, saca-rolhas de palhetas, saca-rolhas helicoidal, funil de rede fina, guardanapos e 60 copos de prova bem alinhados.O primeiro momento alto, com todos os felizardos a fazer meia-lua em frente aos garrafões, foi a extracção da rolha, do de vinho branco. Sabíamos que da facilidade com que a rolha fosse extraída e do seu estado de conservação dependeria grande parte do sucesso da noite. 

A tensão era, por isso, grande e a expectativa estava estampada nos olhares de todos. José Baeta, habituado a estes momentos, empunhou o saca-rolhas de palhetas e avançou resoluto para o garrafão de branco, disposto a sacar-lhe a rolha e a desvendar-lhe os segredos que tinha dentro. A primeira dificuldade surgiu quando constatou que as palhetas do saca-rolhas tinham sido feitas para garrafas e não para garrafões, não permitindo a extracção da rolha! José Baeta, que nunca tinha aberto um garrafão desta forma, contentou-se em tentar descolar a cortiça do vidro do gargalo, que conseguiu com alguma arte e ao som de alguns suspiros de admiração dos presentes. Foi, então, o momento para entrar em cena o outro saca-rolhas. 

A perfuração da cortiça fez-se com todo o cuidado, mas rapidamente se percebeu que não iria ser tarefa fácil, pois a rolha esfarelava devido à secura extrema que tinha à superfície. Cada pedaço de rolha que se destacava do conjunto causava burburinho na adega e as câmaras fotográficas e os telemóveis não paravam de registar esses momentos. Por fim, José Baeta tornou-se (ainda) mais afoito e perfurou a rolha de lado a lado, convicto que chegava para ela. Puxou e conseguiu vencê-la, brandindo-a, na ponta do saca-rolhas, à frente de todos como se de um troféu de caça se tratasse! Escusado será dizer que o entusiasmo cresceu exponencialmente na adega.

A segunda etapa do ritual consistia na decantação do vinho, pois desconhecíamos se tinha sedimentos. Foi a vez de VL pegar no garrafão, enquanto José Baeta segurava o decantador e o funil de rede fina. Logo que o vinho viu a luz do dia soltou-se uma exclamação, em uníssono, de todos os felizardos, pois apresentava um aspecto brilhante e uma linda cor acobreada. Tudo apontava, por isso, para uma noite de glória. A operação foi morosa e ocupou quatro decantadores, pois havia 5 L para decantar, numa operação que se pode chamar inédita, pelo menos para todos os presentes. Entretanto, começou a sentir-se o cheiro forte e delicioso que exalava do vinho, aumentando o entusiasmo de toda a gente.

Ao fim de muitos anos, que José Baeta estimou em cerca de oitenta, o vinho do garrafão ia começar a revelar os seus segredos...

Fotos cortesia de Rui Viegas

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Professor Virgilio Loureiro

quinta-feira, 22 de junho de 2017

A abertura do garrafão de Colares "Genuíno" (parte 1)

Como estava aprazado há mais de um mês,cerca de metade dos felizardos inscritos no histórico evento apresentou-se no Parque Eduardo VII às 16 h, para rumarem a Colares. 

Não obstante a terrível canícula (de má memória para todos os portugueses) só dois chegaram ligeiramente atrasados, retidos nas filas da ponte 25 de Abril. O entusiasmo era, portanto, enorme e o calor não fazia desfalecer ninguém! Os restantes felizardos aguardavam em Almoçageme - cerca de 10 graus a menos do que em Lisboa - a chegada do autocarro. Criou-se, então, um grupo de 56 felizardos, que se dirigiu às vinhas de chão-de-areia, em Fontanelas. 

O objectivo era dar a conhecer a paisagem vitícola de Colares, todo o processo de produção de uvas e uma viticultura heróica, única no mundo, que teima em resistir aos efeitos devastadores da globalização. Havia a convicção que após esse périplo muitos dos presentes sentiriam, por certo, a alma do vinho de Colares e estariam emocionalmente preparados para o grande acontecimento na Adega Viúva Gomes. 

Muitos dos estrangeiros que nos acompanharam (americanos, ingleses, eslovenos e asiáticos) não conseguiram disfarçar a sua imensa surpresa com as "vinhas" de chão-de-areia, sorrindo, fotografando, filmando e chegando ao ponto de perguntar se "davam uvas"! Depois de vermos as vinhas velhas (e muito velhas), quiçá as produtoras das uvas que deram o vinho que estava no célebre garrafão, rumámos a Janas, onde visitámos a mais nova vinha de chão-de-areia da região, que vai dar uvas pela primeira vez este ano. 

O nosso guia foi o Nuno Ramilo, que eu convenci a deixar de projectar pontes e barragens para transformar os pinhais da família em vinhas de Colares! Os mais de dois hectares que plantou torná-lo-ão, em breve, o maior "latifundiário" de Colares e um dos guardiões de saberes antigos, pois já o avô dele era grande vinhateiro e famoso negociante de vinhos. Estava feito, com o agrado de todos e a surpresa de muitos, o trabalho de campo. Havia, pois, que rumar a Almoçageme, para mais emoções fortes.

Fotos cortesia de Rui Viegas

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Professor Virgilio Loureiro

quarta-feira, 7 de junho de 2017

2.ª edição do UVVA – Universo do Vinho Verde Amarante

 

Cada vez sou mais adepto do Vinho Verde, pela sua leveza e frescura, desde os Alvarinhos de Monção e Melgaço, passando pelas diversas sub-regiões do Minho. E é pois também em Amarante que se produzem alguns dos mais interessantes vinhos verdes. Nomes como Casa de Cello, ou Sem Igual, entre outros, são presença frequente à minha mesa.

É este o mote para UVVA - UNIVERSO DO VINHO VERDE AMARANTE, evento que vai na sua 2ª edição e que se realiza no dia 16 de junho, sexta-feira, das 17h às 24h; dia 17 de junho, sábado, das 15h às 24h; e dia 18 de junho, domingo, das 15h às 22h. A entrada é gratuita e o kit de prova, constituído pelo copo oficial do evento e porta copo, tem um custo de 2,50€.

O evento decorrerá no histórico Claustro do Convento de S. Gonçalo, cenário de degustação de diversas referências da região. Produtores reconhecidos da região dos Vinhos Verdes marcam presença e, a pensar na harmonização perfeita, haverá ainda possibilidade de degustar o melhor da gastronomia regional. Haverá também conversas sobre o vinho conduzidas por conceituados especialistas e sessões de showcooking com chefes premiados.

A seguir ao feriado do "corpo de Deus", todos os caminhos vão dar a Amarante!

Sérgio Lopes


terça-feira, 6 de junho de 2017

Novos Vinhos Cabriz Biológicos

Decorreu no passado dia 1 de Junho, no restaurante Puro 4050, a apresentação da nova gama dos vinhos da Quinta de Cabriz. Com a presença do conceituado enólogo Osvaldo Amado e num ambiente bastante relaxado, foram apresentados os 3 novos membros do portfólio da Quinta. Representam claramente uma nova aposta do grupo, no segmento dos vinhos biológicos, uma tendência que de acordo com o director comercial começa a ganhar consistência no mercado e com cada vez mais clientes no mercado de exportação


Cabriz Biológico Branco 2016 - Produção de 60000 garrafas, PVP 4,99€. Nariz aromático acidez presente e marcada. Seco mas bastante mineral. Desenhando para ser muito gastronómico, com uma vida útil de 2 a 3 anos 

Cabriz Touriga Nacional Branco 2016 - Produção de 5000litros. PVP 7€. Vinho blanc des noirs, ou seja, branco produzido de uvas tintas da casta Touriga Nacional, da qual apenas é aproveitada 40% da uva e utilizada a que no momento da apanha está mais "verde". Acidez marcada mas mais untuoso. Final de boca longo e presente. Algo floral no nariz, de copo para copo a abrir e a mostrar o lado da Touriga. Curioso.

Cabriz Biológico Tinto 2013 -  Produção de 60000 garrafas, PVP 4,99€. Fortes notas de "vinho". Vinho de redução, bastante marcado pelo seu lado frutado. Acidez presente, algo seco na boca. Possibilidade de envelhecimento presente e de evolução com o tempo.

Luis Pádua (Wine Lover)

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Alvarinhos em Lisboa e Espumantes em Coimbra

No próximo fim-de-semana, o Alvarinho desce a Lisboa para a 3ª edição do Alvarinho Wine Fest e Coimbra recebe a 6ª mostra de espumantes da Bairrada.

Nos dias 2 e 3 de Junho, vários produtores de Alvarinho deslocam-se ao Pavilhão Carlos Lopes (Lisboa) para celebrarem a Origem do Alvarinho da Sub-região Monção e Melgaço, juntamente com outros produtores da região que darão a conhecer as potencialidades dos sabores do Município Mais a Norte de Portugal. A abertura do evento acontece pelas 15h00 e é de entrada gratuita.

19 produtores de Alvarinho: Casa de Midão, Casa de Canhotos, Castaboa, Castros de Paderne, Dom Ponciano, Dona Paterna, Encostas de Paderne, Lua Cheia em Vinhas Velhas, Memória a S.Marcos, Poema, Alvaianas, Quinta do Mascanho, Quinta do Mentainas, Quinta do Regueiro, Quintas de Melgaço, Reguengo de Melgaço, Soalheiro, Terras de Real e Valados de Melgaço; e seis de produtos locais: Fumeiro Tradicional de Castro Laboreiro, Delícias do Planalto, Casa do Ramo Sabores, Melgaço em Sabores, Prados de Melgaço e Bebipedala.

em Coimbra, são 20 os produtores de espumantes Bairrada que se reúnem este Sábado, dia 03 de Junho, das 14h00 às 20h00, nas Piscinas do Mondego – localizadas na margem sul do rio homónimo que banha Coimbra – para mais uma edição do ‘Refresh - Bairrada Meets Coimbra’. A acompanhar as “bolhinhas da Bairrada”, muita música e iguarias gastronómicas.

 

Na lista de presenças constam as Caves Arcos do Rei, da Montanha, Messias, Primavera, São Domingos e São João; a Adega de Cantanhede e outros tantos produtores: Aliança Vinhos de Portugal, Aplauso, Ataíde Semedo, Cave Central da Bairrada, Colinas de São Lourenço, Kompassus, Quinta das Bágeiras, Quinta do Ortigão, Prior Lucas, Rama & Selas, Regateiro e Vínícola Castelar. 

A finalidade é mostrar as últimas novidades de cada casa bairradina, partilhar informação e fomentar o contacto com os visitantes. A entrada tem o custo de 10€, incluindo um copo para prova.

Sérgio Lopes (in Press release)

terça-feira, 30 de maio de 2017

Vinal - Vinhos de Altitude, uma bela edição, mas a merecer maior adesão

A Vinal - Vinhos de Altitude realizou-se no passado dia 27 e 28 de Maio na Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazém. Organização da Revista de Vinhos - essência do vinho com o apoio da câmara municipal de Gouveia.

Esta adega com um grande histórico na região disponibilizou as instalações que proporcionam um quadro que deram uma patine muito especial ao evento. O conceito vago cobre aparentemente os produtores da sub-região Serra da Estrela do Dão. Numa anterior edição tentou-se ser mais abrangente, mas nesta encontravam-se quase exclusivamente aqueles. Entre provas, masterclasses e show cookings, estavam presentes uma dúzia de produtores. 

Foi com alguma pena que constatei que muitos produtores não deram a devida importância ao evento. Penso que haveria que dar à "terra" o que a terra lhes dá. Pessoalmente a melhor definição do evento foi dada na masterclass do Dirk Niepoort, uma região que é uma referência histórica nacional e que anda à procura da sua via. Uma região que permite criar vinhos elegantes e longevos, mas onde muito tentam replicar os vinhos "pesadelo" de outras regiões. Nas referências que seleccionou estavam presentes formas diferentes da procura do caminho, por meios diferentes, mas onde o resultado final ia de encontro à elegância e frescura natural da região. Outra masterclass de vinhos antigos da Coop de Tazém provou, se necessário fosse, o passado glorioso desta casa e da região.

Dos vinhos provados, destaco o seguinte:

Da Pellada poucos vinhos à prova: quinta de saes reserva 15 branco está um mimo, o saes tinto 14 uma maravilha com uma fruta generosa e um vinho salivante. Acho tudo o que é mob tinto muito delicado mas em geral fruta escondida e fechados. Brancos porreiros.Da niepoort, os rótulo são porreiros, os concisos muitos bons. Muito limpos e elegantes. Não se procura aqui impressionar com o músculo mas com o máximo da elegância. 

Da Passarella destaco o rosé, o Abanico e o Vinhas Velhas tinto 13. Do novo grande produtor da zona, a Seacampo, a marca Pai Américo tem um jaen e um grande escolha branco interessantes. Espinhosa vinhos nesta fase com um toque doce. Casa de São Matias interessantes. Quinta da Bica colheita, jaen e vinhas velhas 11 muito bons. Quinta de Margaride com bons vinhos, secos, asuteros. Garnachos no mesmo registo. Coop de tazem com vinhos muito interessantes, sobretudo reserva branco 15 e tinto 13. Grande Escolha 13 num nível superior, muito bom. Surpresa foi o bib dado à prova na masterclass pelo Dirk, fruta muito limpa e guloso. Madre de água Perpetum 16 a melhorar. Quinta da Ponte Pedrinha 16 adocicado, não do meu agrado. Reserva 11 tinto muito escondido atrás da madeira. Belos colheita 14 tinto e touriga nacional. Vinhas velhas 07 em fim de vida?

Em resumo uma bela primeira edição nestes moldes, a merecer continuação com, espera-se, uma melhor divulgação regional e nacional.

João Craveiro Lopes (Wine Lover)

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Rock 'n Roll e vinho, no Porto, próximo domingo, no Hard Rock Cafe!

O Hard Rock Cafe, que abriu recentemente no Porto, será o palco da festa vínica, que se realiza já no próximo dia 4 de Junho, Domingo: a Hard Rock Cafe Porto Wine Party. Assim, entre as 16 e as 22 horas, o vinho vai ser a bebida de eleição, com a presença de produtores de várias regiões de Portugal, numa seleção que conta com o apoio da revista Paixão Pelo Vinho. Será, também, a oportunidade ideal para visitar o Hard Rock Cafe Porto, instalado no magnifico edifício “Porto Prestige”, datado de 1873, brindar com os amigos e saborear as iguarias de inspiração americana harmonizadas com vinhos portugueses de excelência. 

Os bilhetes para a Hard Rock Cafe Porto Wine Party poderão ser adquiridos no dia do evento, O bilhete tem um custo de 15€ e inclui a oferta do copo que dá acesso à prova de mais de 100 vinhos e a oferta de uma degustação de sabores Hard Rock Cafe. 

Não faltará Rock'n'Roll e claro... vinho, numa bela iniciativa na cidade invicta, com o apoio da revista Paixão pelo Vinho. A não perder!

Sérgio Lopes

domingo, 21 de maio de 2017

VINAL – 1ª Grande Prova - Vinhas de Altitude

A Vinal – 1ª Grande Prova - Vinhas de Altitude irá decorrer no próximo fim-de-semana, na Adega Cooperativa de Vila Nova de Tazem, em Gouveia. A Vinal inclui um conjunto de atividades que conta com a presença de 15 produtores de vinhos, mostra de produtos regionais, cozinha ao vivo e workshops sobre vinhos.

Em prova livre, apresentam-se alguns dos mais notáveis vinhos da região, de terroirs de altitude, entre os quais, Adega cooperativa de Vila Nova de Tazem, Quinta dos Garnachos, Quinta da Espinhosa, Quinta da Ponte Pedrinha, Seacampo, Casa Américo, Quinta da Madre De Água, Casa da Passarela, Tapada do Barro, Dirk Nieport – Quinta da Lomba, Quinta da Bica, Quinta da Pellada, MOB – Moreira Olazabal & Borges Lda, Casa de São Matias e a Quinta do Margarido.

Organizado pelo Município de Gouveia, o evento decorrerá no dia 27 de maio, sábado, das 15h00 às 24h00; e dia 28 de maio, domingo, das 15h00 às 20h00. 


Sérgio Lopes

sexta-feira, 12 de maio de 2017

6º edição do ´Festival de Vinhos do Douro Superior´

O ‘Festival do Vinho do Douro Superior’ (FVDS) arranca na próxima semana com a sua sexta edição. A decorrer em Vila Nova de Foz Côa de 19 a 21 de Maio, tem no vinho e nos sabores os produtos de eleição. Mas como não há festa sem música, o cantor Tony Carreira sobe ao palco do EXPOCÔA. O concerto acontece na noite de Sábado, a partir das 22h00, e é gratuito.

Um evento que tem vindo a crescer e que este ano culmina com a presença de 68 produtores de vinhos, 9 de sabores e 4 “tasquinhas”, na zona exterior da mostra. Além da mostra de vinhos, o Festival contará com as habituais provas comentadas por especialistas: três no que toca aos vinhos (brancos, tintos e do Porto); e uma de azeites, bem como o habitual ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior’. Aqui fica o programa oficial do evento:

19 MAIO 2017 . SEXTA-FEIRA

17h00 Abertura do FVDS

18h00 Inauguração Oficial do Festival do Vinho do Douro Superior 2017

19h00 Prova Comentada: Grandes Brancos do Douro Superior

Fernando Melo, jornalista e crítico da VINHO - Grandes Escolhas

00h00 Encerramento da Feira

20 MAIO 2017 . SÁBADO

09h00 Colóquio: “Um Rio de Patrimónios, da Foz à Nascente”

14h00 Abertura da Feira

16h00 Prova Comentada: Grandes Tintos do Douro Superior

João Paulo Martins, jornalista e crítico da VINHO - Grandes Escolhas

19h00 Prova Comentada: Azeites

Francisco Pavão, expert em azeites

22h00 Encerramento da Feira

22h15 Concerto ao Vivo: Tony Carreira

21 MAIO 2017 . DOMINGO

14h00 Abertura da Feira

16h00 Prova Comentada: Vinho do Porto

Fernando Melo, jornalista e crítico da VINHO - Grandes Escolhas

17h30 Anúncio dos Resultados do 6.o Concurso de Vinhos do Douro Superior

20h00 Encerramento da Feira e do FVDS


Sérgio Lopes (in press release)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

"Dão Invicto" - O Dão está no Porto

De 14 a 30 de Abril, o Dão vem ao Porto. Em 24 restaurantes aderentes localizados no eixo Rua das Flores/Rua de Mouzinho da Silveira, será possível provar vinho a copo do Dão, numa operação de promoção dos vinhos da região, pela cidade do Porto. Mas o ponto alto da acção promocional decorre nos dias 21 e 22, quando o “Dão Invicto” invadir em força a Baixa do Porto.

Tanto na sexta-feira como no sábado, o Museu da Misericórdia, na Rua das Flores, é o anfitrião da “Grande Prova” que vai decorrer, em contínuo, das 15h às 21h, e que permitirá a quem por lá passar provar vinhos de 30 produtores, assim como queijos da serra da Estrela e enchidos da região. Haverá também pequenos concertos com Fingertips, Johnny Abbey e Pedro Duvalle, 12 horas de ilusionismo, viagens virtuais de bicicleta e apresentações de eventos como a Feira de São Mateus, que todos os anos leva milhares de visitantes da Viseu.

Já na Sala de Provas da Viniportugal, no Palácio da Bolsa, haverá duas "Provas Especiais", momentos que, além dos vinhos e dos sabores, contarão com oradores convidados como Manuel Carvalho (jornalista do PÚBLICO; dia 21, às 14h30) e Nuno Cancela de Abreu e Osvaldo Amado (ambos a 22 de Abril, às 17h30). Nestas provas estarão em destaque “as marcas diferenciadoras do Dão, através das suas castas-rainhas, a Touriga Nacional nos tintos e o Encruzado nos brancos”.

Imperdivel. Uma oportunidade única para os portuenses provarem os magníficos vinhos da região do Dão.

Sérgio Lopes

quinta-feira, 6 de abril de 2017

WIne Fest Lisboa, de regresso no dia 22 de Abril

Logo a seguir à Páscoa, temos o regresso do evento Wine Fest Lisboa. Organizado pelo Wine Club Portugal, de Luis Gradíssimo, o evento vínico decorre no dia 22 de abril, das 15H00 às 20H00, no Salão Nobre do Hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa. Estarão à prova mais de 200 referências de 40 produtores nacionais, sem esquecer as Ilhas. Será de novo um momento de proximidade entre produtores e apaixonados pelo vinho. Destaque igualmente para as provas especiais: 15H30 - 16H30: "OSVALDO AMADO: 10/30", com uma selecção de 10 vinhos representativos da carreira di recinhecido enólogo; 17H00 - 18H00: "QUINTA DO PILOTO: A TRADIÇÃO DO MOSCATEL DE SETÚBAL", uma prova exclusiva alusiva à casta Moscatel; e finalmente, 18H30 - 19H30: "AS AGUARDENTES DA QUINTA DAS BÁGEIRAS", Uma fantástica viagem pela história da Quinta através das Aguardentes, passando pelo Abafado e terminando com a apresentação da sua “coqueluche” das aguardentes: a Aguardente Vínica Velhíssima.

Marque na sua agenda!

Sérgio Lopes (in press release)